Is the Italian jus sanguinis (eligibility for citizenship by right of blood) principle in danger?

Bolonha questiona a Constitucionalidade do Jus Sanguinis

O desafio do Tribunal de Bolonha não é apenas um debate jurídico; é um reflexo de uma Itália em mudança. O tribunal observa que a diáspora italiana é estimada em 60 milhões de pessoas, enquanto a população residente é de 59 milhões. Esta potencial “superação” por parte dos cidadãos no estrangeiro é uma preocupação central da remessa.

O Papel das Obrigações Internacionais

O juiz citou o caso Nottebohm do Tribunal Internacional de Justiça, que estabeleceu que a cidadania deve representar uma “ligação genuína” entre o indivíduo e o Estado. Ele argumenta que a abordagem atual da Itália pode estar em desacordo com as obrigações jurídicas internacionais.

Panorama Atual da Cidadania

O tribunal destaca uma contradição aparente: enquanto a Itália concede cidadania a quem nunca viveu no país mas tem antepassados italianos, não reconhece o ius soli para filhos de imigrantes nascidos e criados na Itália.

A lei original da cidadania, que data do final do século XIX, visava manter as ligações com os emigrantes italianos. Este princípio permaneceu em grande parte inalterado, mesmo após a reforma de 1992.

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